Menu gauche
Contenu
Reforço da interconexão eléctrica África do Sul - Swazilândia - Moçambique
Ficha técnica
|
Financiamento
|
Agência Francesa de Desenvolvimento
|
|
Beneficiário
|
MOTRACO
|
|
Montante do empréstimo
|
12,5 M €
|
|
Data de aprovação
|
24 de Abril de 2003
|
|
Data de assinatura da convenção
|
10 de Outubro de 2003
|
Objectivo
O projecto visa reforçar a interconexão eléctrica entre a África do Sul, a Swazilândia e Moçambique.
Conteúdo do projecto
O empréstimo da AFD permite o refinanciamento do investimento da sociedade Motraco na linha de transporte de energia eléctrica da África do Sul para a Swazilândia e Moçambique.
Na sequência do investimento do grupo anglo-australiano BHP Billiton na fundição de alumínio Mozal em Moçambique, as empresas de electricidade de Moçambique (EDM), da Swazilândia (SEB) e da África do Sul (Eskom) criaram um operador independente de transporte, Motraco, a fim de fazer a conexão a partir da rede sul-africana à Mozal via Moçambique e Swazilândia através de duas linhas de alta tensão de 400 kV.
A primeira fase do investimento, de um montante de 93 milhões de dolares, foi financiada pelo BEI, o JBIC (banco de desenvolvimento japonês) e os accionistas da Motraco, e terminou em meados de 2000. A interconexão beneficiou Moçambique e a Swazilândia, melhorando a qualidade da electricidade distribuida às populações.
Para duplicar a produção da fundição Mozal foi necessário um reforço da interconexão da Motraco, a fim de aumentar o potencial disponível para a Mozal de 425 MW para 850 MW. A opção técnica escolhida para aumentar a capacidade de transporte da Motraco foi de melhorar a compensação das duas linhas existentes. Esta segunda fase necessitou um novo financiamento.
Assim, o concurso da AFD de 12,5 M € é em co-financiamento com o BEI, o qual contribui com 10 M € em empréstimos bonificados (sobre os recursos Lomé) e 3,5 M € em capitais de risco para financiar as subscrições ao capital da Motraco da Electricidade de Moçambique (EDM) e da Energia da Swazilândia (SEB), accionistas da Motraco ao lado da Eskom.
A Motraco foi concebida pelos seus accionistas como uma sociedade de transporte a preço de custo, cujos rendimentos provêm exclusivamente dos pagamentos para o transporte de energia eléctrica. As receitas provenientes da venda de energia à fábrica de alumínio da Mozal equilibram-se com a compra de energia eléctrica à Eskom, só com a diferença das perdas em linha. As rendas pelo transporte permitem cobrir a amortização dos créditos, os custos financeiros e as despesas de funcionamento. A gestão, a manuntenção e o controlo da rede são primeiro sub-contratadas à Eskom antes de serem assegurados por cada uma das empresas nacionais de electricidade desde 2010.
Plano de financiamento
Tomando em conta os constrangimentos dos prazos de investimento da Mozal, os trabalhos da linha de transporte de energia eléctrica foram realizados com financiamento de um crédito intermediário garantido pela Eskom. A Motraco decidiu refinanciar esse crédito intermediário através de recursos a longo prazo em adequação com o investimento realizado. Os trabalhos foram finalizados em meados de 2003.
O desembolso do empréstimo AFD foi feito em Janeiro 2007.
|
Financiamentos
|
Montantes em milhões de euros
|
|
Empréstimo AFD
|
12,5
|
|
Empréstimo BEI
|
10,0
|
|
Fundos próprios da Motraco
|
3,5
|
|
TOTAL
|
26,0
|

![français [French]](/jsp/jahia/engines/images/flags/fr_off.gif)
![English [English]](/jsp/jahia/engines/images/flags/en_off.gif)